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No meu Top 10 de Games, onde relaciono os jogos de console e computador que mais me influenciaram ao longo da vida, menciono que em determinado momento gastei muitas horas com The Sims (Maxis, 2000) um dos poucos jogos de PC que ousei experimentar.

The Sims 1: Se fingindo de 3D

Nada contra os jogos desta plataforma, acontece que sempre instalei o mínimo de programas possível nos computadores que tive, pois quanto mais softwares se instala em um PC, menor o desempenho. Além disso games consomem muitos recursos e requerem upgrades constantes para rodar os jogos mais modernos.

Acontece que The Sims me encantou por não ser um jogo tão pesado em sua época, além de ter infinitas possibilidades de customização. Podia-se encontrar online qualquer personalidade real ou fictícia para baixar, que depois virava mais um personagem do pequeno mundo controlado por mim.

E não podemos esquecer as expansões, verdadeiros “remendos” que você comprava e instalava em seu jogo para acrescentar novos elementos ao gameplay. Eu tive todas menos a última: Num Passe de Mágica, que adicionava magia ao mundo de The Sims 1.

Logo depois a Electronic Arts lançou The Sims 2, uma versão que não só tinha melhores gráficos, mas várias melhorias como os Sims envelhecerem naturalmente e até morrerem de velhos, simulação de genética na geração de bebês de Sims, entre outros.

The Sims 2: Verdadeiro 3D

Eu nunca joguei The Sims 2, não rodaria no meu computador da época, e mesmo quando tive um computador melhor não estava pensando muito nisso. Foi só depois de escrever o Top 10 Games para este blog que resolvi me informar sobre The Sims 3, e gostei tanto que comprei.

Por ter perdido o segundo da série, fica difícil fazer uma comparação entre TS1 e TS3, pois quase uma década os separa e não sei ao certo quais mudanças vieram de TS2 e quais vieram de TS3. Me limitarei então a apontar o que foi novidade para mim:

A Maxis não está mais envolvida, o desenvolvimento agora está com o The Sims Studio, subsidiária da Electronic Arts montada com sabe-se lá quantos membros do time que trabalhou no jogo original, mas sem contar com a participação de Will Wright, criador da série.

Os gráficos agora são 100% 3D, abandonando a combinação de 2D e 3D que tornava tão fácil editar os personagens do TS1 (que eram polígonos “vestidos” por bitmaps que você podia editar no Photoshop). Fazer seus Sim baseado em celebridades agora requer um pouco mais de talento.

The Sims 3: Qualidade gráfica aprimorada

As expansões ainda existem, e a cada geração são mais numerosas: 7 para TS1, 8 para TS2 e 7 (até o momento) para TS3. Com TS2 surgiram também as “Coleções de Objetos“, 8 para TS2 e 7 (até agora) para TS3. Estas contém  itens temáticos, sem acrescentar novos elementos ao jogo.

Por fim, o fator mais impactante: a forma de comercialização. Nada mais de acumular um monte de CDs, pode-se comprar tudo na própria webstore da EA. É só baixar e instalar, basta ter uma conexão razoável. Ainda se livra da inconveniência de ter de se deixar o disco do jogo rodando na unidade de CD.

Em breve darei mais detalhes sobre minha experiência com o jogo. Quem sabe até não publico as histórias de meus Sims aqui no blog? Elas têm todo o potencial de ser tanto ou até mais surreais que as minhas próprias.

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