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Hoje em dia o objeto pessoal que mais marca a nossa história é o nosso telefone celular. Esta coisinha, que levamos de um lado para o outro, tira as fotos que registram os eventos que testemunhamos, toca as músicas que aliviam nossos momentos de tédio e – acima de tudo – serve de canal para alguns dos diálogos mais importantes de nossas vidas.

Eu demorei a aderir à moda do celular. Meu primeiro foi por volta de 2001, apenas porque eu trabalhava na Telefônica Celular (hoje Vivo) e tive um bom desconto. Foi o Samsung Voicer Fashion, até hoje meu celular que mais durou. Na época em que celular só servia para falar, bom era ser o menor possível. O Fashion era um dos menores e mais elegantes de sua época.

Infelizmente nada é para sempre, eu tinha o hábito de colocá-lo no bolso e, depois de muito uso, a antena começou a rachar. Como era pré-pago acabei deixando ele encostado por muito tempo e, quando senti a necessidade de usar celular novamente, já era a época dos aparelhos de chip que tocavam música e tiravam fotos, então nem valia mais a pena consertar.

O segundo foi o GF-970, um modelo muito semelhante ao popular Motorola V3 (a capa que eu usava nele era feita para V3), só que mais barato. Como minha conta já tinha sido cancelada por inatividade eu, que estava farto da Telefônica, comprei um chip da Tim. Uso este chip até hoje e, por estar satisfeito com as promoções de DDD da operadora, nem tão cedo pretendo mudar.

A época deste modelo foi muito boa. Eu passei a registrar tudo (e todos) em imagem e vídeo. Pena que durou pouco, antes de terminar a garantia tive de acionar a assistência. Pior, depois de mais um ano a bateria expirou e a Gradiente já não existia. Não encontrei nova bateria, original ou alternativa, e fui forçado a aposentar em apenas 2 anos um modelo que gostava bastante.

Em 2008 os celulares já estavam parecidos com pequenos computadores, e o preço já começava a ficar acessível, resolvi então investir em um desses. Se a cópia de um Motorola não deu certo, era hora de apostar em um legítimo, então comprei um Motorola A1200e. Um bonito aparelho com flip transparente e tela touch screen que funcionava com uma caneta stylus.

Mas a vida é cheia de ironias e o Motorola acabou durando tanto quanto o Gradiente. Após 2 anos meu A1200e, ainda com aspecto de novo, deu um defeito cujo conserto era quase o preço de um novo. Bastante desvalorizado pelos lançamentos recentes, decidi que era hora de abandonar o celular que parecia um computador por um que fosse, de fato, um minicomputador.

Como o ‘cara da informática’ eu passei anos mexendo em megacelulares dos outros. Decidi então gastar um pouco mais (só um pouco) para ter um Smartphone com todas as funções. Queria também que fosse Samsung, já que é a marca do meu celular que durou mais. Fiquei então com o Galaxy Ace. Um belo aparelho, muito moderno e já com sistema operacional Android.

Conexão 3G, GPS e os aplicativos do Android Market garantem que essa belezinha seja não só um instrumento de comunicação, mas uma central de utilidades, curiosidades e diversão. Estou aproveitando mais que nunca, só espero que dure tanto quanto meu primeiro Samsung.  Espere aqui, neste blog, dicas e comentários sobre os mais novos e melhores apps.

E viva a tecnologia!
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