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Nem viu o vídeo, né?

Pois volte lá e assista.

Se não tiver tempo para assistir e ler o artigo, melhor ficar com o vídeo. Afinal, é uma esquete engraçadíssima do monumental grupo inglês Monty Phyton. Já este artigo é escrito pelo… Marcos Paulo.😦

Vai lá, eu espero.

ZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZ…

ZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZ…

ZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZzZz

Ah? voltou?

OK.

Argumento? que isso? é de comer?
Sim!
O argumento é o alimento da discussão.
Os diálogos que se vê por aí andam tão ‘magros‘ de boa argumentação quanto o debatedor do vídeo. Muito do que se ouve, mesmo não fazendo sentido, é implacavelmente propagado.

Já parou para analisar criteriosamente as promessas dos políticos, campanhas publicitárias, notícias sensacionalistas ou juras de amor? Já foi ludibriado(a) por alguma dessas (ou todas elas)?

A pessoa que é capaz de ver através das falácias e demais ‘defeitos’ na conversação torna-se muito difícil de ser enganada, basta ter senso crítico e conhecer alguns princípios da lógica.

Pena não ser ano eleitoral, mas mesmo assim fique de olho: sempre que eu encontrar um argumento torto, furado ou defeituoso perdido por aí será hora de nossa oficina entrar em funcionamento.